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20
Fev 11

O MISTICISMO DO AMOR

 

É assim, como se fosse um fúlgido dia,
Em total tormenta de fúria viva. Plena!
De arrasto e quebra em total esbaforia,
Um furor devastador de agonia intensa!
     
Que amanhece e não anoitece sem fim!
Por entre os olhos da ilusão que geme.
Do bobo que baba sua fantasia por fim.
Mal sabe ele que o engodo lhe mente.

Com suas mãos geladas e  olhar opaco
Estático fica ele mortificado no enfado
Perdido na ilusória estrada da alegoria
Extasiado! Enquanto parte sua senhoria.

Geme! Ó tolo insano! No teu esgar de débil
Teu bailar hilário de palhaço macabro; Vil!
Por ser-lhe de carrasco, o próprio sonho viril
Que de tão ébrio, imola seu sentimento anil

Debate-se inerte enquanto queima a flama ardente
Em vago peito e sombrio destino, ó alma deprimente!
Debulha o pranto teu, no leito amargo da indecência.
Afaga a dor que ora migra pelos vãos da indulgência.

É assim! Como a alva do amanhã em forte tormenta
Em um furor devastador que a alma virgem arrebenta!
Invade o sonho de encanto e candura da  donzela singela:
Alma simplória de sonhos e de encantos: A doce gazela!

 

 

D `Gáudio Procópio

 

 

                                                                                                                               Poema do Livro -  PORTAL DAS ALMAS  Pag. 56O MISTICISMO DO AMORFOTO:                            INTERNET

REG. na B/N Nº 520794 – 17/02/2011

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 11:50
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