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Mar 11

CANTO DA LIBERDADE

 

 

Há um concerto em meu quintal

Aos ritmos de gorjeios sem igual:

Desenvolve-se uma festa matinal 

Que ao longe vai o cântico liberal.

 

Suave como uma brisa que logo se espalha

Pelo Céu da imensidão em notas rítmicas.

Vê-se o verde pelo vão duma triste janela

Em dimensões cubículas e centimétricas. 

 

Anunciando que ao fim chegara o concerto

Voam em asas uma dupla de cantores líricos.

Ou que partem ou que chegam: É por certo?

Não cabem a ti os motivos; vosso é o delírio.

 

Em resposta ao silêncio pela rápida partida

Canta o galo no quintal, sua nota do meio dia!

Sobrepondo-se a uma relativa mística energia,

Em meio ao um forte sol que não dá guarida.

 

O que fostes? Ou que fores? Aonde foram eles?!

Não por que cantara! Mas por que partires... Tendes?...

Em tenras notas soltas, longínquas e inconstantes...

Ressoam em breves e compassados os tons. Entendes?

 

Não é o fim! Não chegara a hora da vossa ida!

Uns vão, outros vem, em notas bem surtidas

Rítmicas e alegres, ditando os ritos da melodia

Outros logo se juntam ao bando em gorjearias.

 

Cantam ó alegres viventes emplumados!

Pois todo dia é vosso dia! Alegres enviados!

 

 

D `Gáudio Procópio

 

 

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 18:40
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CANÇÃO DO SEM TETO/FOTO PAULA ANDRÉAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FOTO: PAULA ANDRÉAS

 

 

 

POEMA DO LIVRO PORTALDAS ALMAS Pag.71

REG. B/N  N} 520794 17/02/11

 

 

 

 

 

CANÇÃO DO EXCLUIDO

 

Apenas um palmo de terra

Para uma estaca fincar

A planta do pé colocar

Poder uma rede armar

E nela também balançar

 

 

Um pedaço de terra,

Para uma roça plantar

Sua família sustentar

E uma casa para morar

 

Humilde teto para morar

Seus filhos poder abrigar

Do mal tempo resguardar

E na chuva não se molhar

 

Um pedaço de chão para morar

Poder então, uma canção entoar

Sua terra! Chamar-la para habitar

E será então: lar doce lar! Nela ficar

 

 

Lar doce lar!

Oh! Vida!

Ô casa!

A terra!

Viver

Seu

Lar.

 

 

 

 

D`Gáudio Procópio

 

 

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 11:58
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