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16
Ago 12
LAGOAS DO NORTE
publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 19:51


 




SARAH MENESES

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 16:05

15
Ago 12
THE AMO/TERESINA

   O VAZIO DO AMOR

             ( O antes )

       

           

Detestaria a viabilidade de amar novamente

Para esquecer as dores de um amor ausente,

Sem que seja esta uma ilusão aterrorizante,

De um amargo sonho irreal, decepcionante!

 

 

Não suportaria reviver uma paixão ardente,

Com loucuras emotivas de um adolescente,

Para viver com aquela incerteza envolvente,

E a sofreguidão de um amor desconcertante!

 

Detestaria se meu coração traísse os sentimentos,

E deixasse envolver-se em uma aventura absorta,

Para mergulhar no inerte engodo do amor ilusório!

 

 

Detestaria a traição incógnita, de um coração tolo,

Vagabundo e bandido! No mínimo, um bandoleiro!

Não suportaria a dor do abandono na maturidade!

 

 

 

 

 

 

 

                 D`Gáudio Procópio

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 17:02
tags:

14
Ago 12

 

 

 

 

José Marques Zemarx

 

 

 

 

 

 

 

 

Data do aniversário de Teresina é questionada e vira samba

 

Por José Marques de Souza Filho

 Jornalista – DRT 1002

 

 Os compositores teresinenses João do Violão e Manoel Messias, oriundos da famosa região da Baixa da Égua, no centro da cidade, fizeram na tarde de ontem (13) um samba em referencia à polemica sobre a data do aniversário de Teresina, que é comemorado oficialmente na próxima quinta-feira (16). Mas, segundo um artigo assinado pelo ex-prefeito Heráclito Fortes, historiadores e pesquisadores como Monsenhor Chaves, Arimatéia Tito Filho e muitos outros afirmam que a data certa poderia ser 06 de julho de 1832, 29 de novembro de 1833, 29 de novembro de 1842 ou ainda 21 de julho de 1852.

 

 Os compositores se apoiaram principalmente no artigo de Heráclito Fortes para criar o samba (VEJA TRECHO NO FINAL DA MATÉRIA). O artigo dá conta de que a data de fundação 16 de agosto de 1852 foi estabelecida, segundo os críticos, de forma aleatória por seu criador, o Conselheiro Saraiva. Os documentos dão conta ainda de uma possível especulação imobiliária promovida por Saraiva com a marginalização dos pescadores de plantadores de fumo, população já existente nas antigas Vila Velha do Poty e Vila Nova do Poty.

 O artigo enfatiza que a chegada de Saraiva à Teresina se deu numa sexta-feira, 13 de agosto. Os preparativos para instalação de equipamentos administrativos como salas e mesas de escritório foram feitos no sábado e domingo correntes, sendo a segunda-feira (16) feita a instalação propriamente dita. Mas, segundo o artigo, não houve cerimônias oficiais, nem Ata de Registro formal, sem a Assembleia Provincial e, principalmente, sem a chegada do cofre, símbolo do tesouro do Estado naquela época.

 “Não advogamos que se conserte o erro evidente do dia 16 de agosto como fundação da cidade. Aquilo que entortaram, torto fique. O conserto não faria com que os teresinenses evitassem as criminosas atitudes da especulação imobiliária dos famintos de dinheiro contra o patrimônio espiritual da cidade que Saraiva criou com outras intenções”, enfatiza o artigo.

 THERÊ – MINHA TERESINA MULHER

 Autor – João Violão e mestre Manoel Messias do Sambão

 REFRÃO

 “Hoje Teresina é uma linda capital

 Banhada por dois rios Poty e Parnaíba

 Gente que legal!”

 “Minha linda Teresina vejam o que fizeram com você

 Infelizmente eu não posso lhe dar os meus parabéns

 Therê, qual é a sua idade certa? Eu não sei.

 Você não sabe exato o dia em que você nasceu

 Você carrega essa mágoa no peito

 De não poder comemorar o seu aniversário

 Não fique triste por essa grande injustiça, viu Therê.

 Minha Teresina mulher”.

 

 

.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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ANIVERSARIO DE TERESINA
publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 16:40

ALGO/AMOR/DGAUDIO

 

 

 

ALGO SÚBITO

 

Alguém de repente batera em minha porta

 Não perguntei quem era, mas abri assim mesmo.

 Uma voz se fizera ouvir, triste e melancólica,

 Sem mais delongas abrigo me pedira naquela hora

 Antes que lhe desse uma resposta incômoda

 Minha casa invadira fazendo dela moradia.

 Bem que tentei reprimi-la e deportá-la

 Mas as forças me faltaram e fugiram a cor.

 O jeito foi acomodá-la em um canto diminuto

 Mas vasto e largo era o espaço requerido por ela.

 De novo me furtaram as cores, serenidade e firmeza.

 Senti-me invadido e inútil, sem valor objeto!

 Propusera um acordo de paz e convivência

 Não obtivera resposta plausível em fim.

 Fazer o quê? Em pauta segui meu destino: meu destino!

 Se souberes o que é, me avisem, por favor!

Talvez na encruzilhada da vida eu descubra.

 

 

D`Gáudio Procópio

 

 

 

 

 

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 10:36
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12
Ago 12

A FOLHA SECA

 

Oh! Não me pise,

Não me chute!

AME/ ENQUANTO HÁ TEMPO

Não amasse

Não me queime!

Já fui verde

Já tive vida!

 

Hoje seca ontem verde.

Folha seca que hoje vaga

Jogada ao vento e atoa:

Mas ainda existo face terra

Resistindo em términos dias.

 

 

Quando viva ainda verde

Balançava livre e viva

Desfrutava aragem límpida!

Ouvia cânticos e gorjeios

Sobre mim pousavam aves

Sob o céu que trovejava

Quando bem refrigerava

O meu verde natural,

Que delícia era a vida!

 

Hoje seca! Hoje morta!

Estrado e piso só restaram!

Triste fim a uma folha verde.

 

 

 

D`Gáudio Procópio

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 18:47
tags:

DIA DOS PAIS
 
 
 

CEGO E SURDO PARA O MUNDO

 

 

 

 

 

Procuro não escutar o mundo

Para não ouvir vosso pranto.

Procuro não entender o mundo

Para não ter que ouvir e sofrer

Ao lamento de uma criança,

E do menor abandonado.

Da mãe que chora a perda

Na dor de uma criança triste

No desamparo do filho órfão

Perdido na multidão adulta

Sem saber que destino seguir.

 

Procuro não escutar o mundo

Para não ouvir terríveis gritos

Daqueles não têm um lar

Não tem um pedaço de pão

Não põe na mesa a comida

Pois não tem como comprar.

Na família que perdera o rumo

Perdera um filho para as drogas

Para traficantes e o narcotráfico.

 

 

Prefiro não escutar o mundo

Para não sentir as terríveis dores

Daqueles que choram as perdas

Na dor lancinante aos que morrem

Nas mãos de assassinos sanguinários.

A agonia dos que perderam tudo

Carregado nas águas da enxurrada

Em catástrofes da natureza.

 

Prefiro não escutar o mundo

Para não ver a fome e a miséria

Assolando os pátrios nossos

Irmãos abandonados e pobres

Desprovidos da liberdade

De ir e vir sem pagar

Pagar por tudo na vida

Na República do tostão

Onde manda quem tem mais.

 

 

 

Prefiro não escutar o mundo

Para não sentir terrível dor

Do homem que rasga o peito

Em dor e odores de vil agonia

Que gera e despreza a honra

 

Prefiro não entender o mundo

Para não ter que compreender:

A dor do filho que chora,

Por não ter ao seu lado um pai.

Pelo abandono do genitor.

 

 

 

Por 

D`Gáudio Procopio

 
publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 11:49

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 11:39

11
Ago 12
MATERIA PUBLICADA NO 180 GRAUSSARAH MENESES
publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 17:46

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 11:52

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