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22
Set 12

  

DUDA MORAIS/MENINA DO FACE

MENINA DO FACE

           (Duda Morais)

 

 

Menina do face book de olhar cintilante

Quantos sonhos acalentam em teu olhar?

Tens jovial beleza e juventude vibrante,

Em sonhos e risos de uma deusa ao luar.

 

 

Como brilham os olhos teus assim deverá

Brilhar teu coração em singelo sentimento.

De tempos e beijos, em lábios e tez suave,

Alva como a lua e sol de brilho. Cor: Amor!

 

Não mais que desejos, mas linda donzela,

Entranhada em cabelos ondulados: o ser.

Aspira à mulher o sonho de amar: vida.

 

 

Duda Morais, menina face; uma garota!

De sonhos e risos, em alva e branca tez,

Para ser um delírio. Desejos de mulher.

 

 

 

D`Gáudio Procópio

 

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 11:41
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16
Set 12
PENSE/MEUS PENSAMENTOS SÃO MEUS
publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 00:52

15
Set 12

 

PROCÓPIO/ORIGEM DO NOME/ITÁLIA

 

 

ORÍGEM HISTÓRICA DO SOBRNOME PROCÓPIO

 

 

  

Referencias ao sobrenome italiano Procópio, incluem uma nobre família de Messina em que os membros pertenceram à nobreza daquela cidade do século XV ao século XVII. Os primeiros documentos existentes revelam que a um tal Giovansalvo Procópio, foi concedido por Carlos V, o titulo de Barão da Xiamarca. O brasão concedido à família vem descrito mais abaixo.

O sobrenome Procópio é de origem patronal e segue o tipo base dos sobrenomes que derivam do nome próprio do pai do fundador da estirpe. Neste caso o nome é “Procópio” e o significado do sobrenome é “filho de Procópio”. Este nome deriva do latim “Procopius” que por sua vez vem do Grego “Prokopios” e da palavra “Prokope”, que tem por significado “Sucesso” ou ”Progresso“. Leite de Vasconcelos interpreta: Aquele que ganha ou progride (Antenor Nascentes, II, 252).

Na Itália, outros referimentos a este sobrenome, compreendem documentos do nascimento de um tal Guglielmo Procópio, e netos de Frederico Procópio e de Eugenia Attardi, nato de Messina em 28 de dezembro de 1905. Um Giovanni Cheologue Procópio, filho de Cheologue Procópio e de Phitini Komiss que nasceu em Mitilene, na ilha de Lesbo, na Grécia em 22 de outubro de 1988.

A popularidade do nome Procópio é devida também ao culto de vários santos que levaram este nome, em particular por São Procópio, mártir em Cesarea, na Palestina em 303. Notáveis portadores do nome Procópio incluem o historiador grego Prokopios, nascido em Cesarea em meados de 500 D. C.. Em 527 se tornou conselheiro e mais tarde Assessor do Estado Maior do General Balisario, que acompanhou nos campos da Persia, da África e da Italia. Em 1540 Prokopios retornou a Constantinopla e se tornou prefeito da cidade em 542.

ARMA (Brasão de Família): Inquartado (algo referente a quatro partes), 1º e 4º de cor azul, com duas arvores desenhadas de ouro. Ordenadas em face. 2º e 3º de ouro, em quatro paus de vermelho cadeados de prata, com duas águias em preto coroadas da mesma cor.

(Brasão reproduzido na página 3, foi obtido junto a “The Historical Research Center, Inc.”)

TIMBRE: Uma águia com as asas abertas em negro. Coroada de ouro.

ORÍGEM: Itália

 

OBS.: Texto contido neste documento, foi compilado da empresa “The Historical Research Center, Inc.” – História do Sobrenome Procópio - 1993; e do Dicionário das Famílias Brasileiras de Carlos Eduardo de Almeida Barrata e Antônio Henrique da Cunha Bueno – Vol. II – Projeto Cultural e Coordenação Geral Ibero América – Comunicação e Cultura S. C. Ltda. – São Paulo – SP – p. 2534

 

 

 

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 11:12

08
Set 12

 

 

DECRÉPITO/ESPELHO/VELHICE

 

INIMIGO MEU: ESPELHO!

 

Espelho que me envergonha e desbota face

Inimigo meu que deturpa a imagem sórdida;

Empalidecida pele idosa numa jovem vida

Que me foge em anos frígidos: infeliz enlace.

 

Espelho que me rouba em face de paz infinda

Que de mais a mais se vai! Jovial que dia fora.

Hoje resta a dor em dúvida pela vida ora finda

Em rusga e pregas que vista o terror deteriora.

 

Espelho que me envergonha! Não ditas à verdade

Por que aos olhos apavora a alma grita ela chora!

Tormentos de estupor, depressivo trauma idade:

Reflete sim incerteza. Maldito espelho de agora!

 

Envergonha-me aos olhos, desbota-me a imagem!

Qual o réptil é o dejeto de um verme que rumina:

Rumina os sentimentos, desintegra os pensamentos:  

Fingindo o que não era forjando o que nunca fora.

 

Espelho que me envergonha:

Esta imagem que me reflete.

Espelho que afronta só repete:

Essa deprimente dor de agora.

 

Malditos sentimentos! Não se escondem sob o espelho!

Que me envergonham e assombram! Detestável heresia!

Antes a madre nunca expeliria! Porque não tragaste ó rio?

Vomitaste água a fora: maldito velho monge! Rio Parnaíba.

 

Espelho que me afronta

Imagem que envergonha

Deprimente criatura tola

O que resta de ti agora?

 

Espelho que não responde

Só mostra a cruel realidade

Que mal fiz eu para contigo?

Porque zombas deste vestígio?

 

 

D`Gáudio Procópio

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 10:36
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