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09
Abr 14

  E QUANDO NO OLIMPO...

 

...Então olharei para ti e direi: valeu apena?

 

E tu me responderás:

— Entre trevas e flamas subsisti

Queimei a alma em amargo expectar depressivo

E cá estou... À porta do teu céu inferno... 

 

... E tu dirás: Oh vem! Vedes o que fora tu.

Então te direi: Para que saber o fruto?

Quiçá mudarás o feito fatídico? Não! Deixarás então.

 

Então arderás entre espasmos e odores finais

Porque seria diferente do antes?

É tarde demais e de pouco seu valor.

 

Olharás ao olimpo e clamarás:

Ó céus e mares onde estava vós?

Que não foste presente ao réu?

 

Então vos direi: não agora, não agora!

Ocultai vós o ser que putrefa,

Decantai-vos e declamais vós os versos,

Só isso, nada mais! Pouco serás o valor

 

 

D`Gáudio Procópio

 

 

 

 

 

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 10:41
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