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Mai 14
POEMA/ZERO HORA

ZERO HORA

 

Já passa da meia noite...

O sono tirou uma licença,

Mas deixou em seu lugar

A fria melancolia insípida.

 

Em um espesso nevoeiro

Mergulha esta alma aflita

Que divaga e vaga vazia

Entre demência e o feito.

 

Zero hora e quarenta e um...

Que importância tem a ti?

Onde inebria a alma em si

Num vale deserto para um?

 

De sonhos e visões espectrais

Atormentadas por insônias

Onde beira a demência lírica:

Contos tristes, em sinfonias.

 

Pouco importa a escuridão

Em que vagas tua insólita

Ironia em devassidão contida

Entre desejos e posta solidão.

 

Já passa da meia noite ó ébrio!

Pois ébrios são os teus delírios

Em sombras nefastas bem frias

Duma noite de calafrios pós dia.

 

D Gáudio Procópio

 

publicado por dgaudioprocopio o Poeta às 11:36

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